domingo, 5 de dezembro de 2010

Lavagem Cerebral, de Gabriel, O Pensador

Racismo preconceito e discriminação em geral
É uma burrice coletiva sem explicação
Afinal que justificativa você me dá para um povo que precisa de união
Mas demonstra claramente
Infelizmente
Preconceitos mil
De naturezas diferentes
Mostrando que essa gente
Essa gente do Brasil é muito burra
E não enxerga um palmo à sua frente
Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente
Eliminando da mente todo o preconceito
E não agindo com a burrice estampada no peito
A "elite" que devia dar um bom exemplo
É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento
Num complexo de superioridade infantil
Ou justificando um sistema de relação servil
E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação
Não tem a união e não vê a solução da questão
Que por incrível que pareça está em nossas mãos
Só precisamos de uma reformulação geral
Uma espécie de lavagem cerebral

Não seja um imbecil
Não seja um Paulo Francis
Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante
O quê que importa se ele é nordestino e você não?
O quê que importa se ele é preto e você é branco?
Aliás branco no Brasil é difícil porque no Brasil somos todos mestiços
Se você discorda então olhe pra trás
Olhe a nossa história
Os nossos ancestrais
O Brasil colonial não era igual a Portugal
A raiz do meu país era multirracial
Tinha índio, branco, amarelo, preto
Nascemos da mistura então porque o preconceito?
Barrigas cresceram
O tempo passou...
Nasceram os brasileiros cada um com a sua cor
Uns com a pele clara outros mais escura
Mas todos viemos da mesma mistura
Então presta atenção nessa sua babaquice
Pois como eu já disse racismo é burrice
Dê a ignorância um ponto final:
Faça uma lavagem cerebral

Negro e nordestino constróem seu chão
Trabalhador da construção civil conhecido como peão
No Brasil o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou quelava o chão de uma delegacia
É revistado e humilhado por um guarda nojento que ainda recebe osalário e o pão de cada dia graças ao negro ao nordestino e atodos nós
Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói
O preconceito é uma coisa sem sentido
Tire a burrice do peito e me dê ouvidos
Me responda se você discriminaria
Um sujeito com a cara do PC Farias
Não você não faria isso não...
Você aprendeu que o preto é ladrão
Muitos negros roubam mas muitos são roubados
E cuidado com esse branco aí parado do seu lado
Porque se ele passa fome
Sabe como é:
Ele rouba e mata um homem
Seja você ou seja o Pelé
Você e o Pelé morreriam igual
Então que morra o preconceito e viva a união racial
Quero ver essa musica você aprender e fazer
A lavagem cerebral

O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista
É o que pensa que o racismo não existe
O pior cego é o que não quer ver
E o racismo está dentro de você
Porque o racista na verdade é um tremendo babaca
Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca
E desde sempre não para pra pensar
Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar
E de pai pra filho o racismo passa
Em forma de piadas que teriam bem mais graça
Se não fossem o retrato da nossa ignorância
Transmitindo a discriminação desde a infância
E o que as crianças aprendem brincando
É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
Qualquer tipo de racismo não se justifica
Ninguém explica
Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural
Todo mundo é racista mas não sabe a razão
Então eu digo meu irmão
Seja do povão ou da "elite"
Não participe
Pois como eu já disse racismo é burrice
Como eu já disse racismo é burrice
Como eu já disse racismo é burrice
Como eu já disse racismo é burrice
Como eu já disse racismo é burrice
E se você é mais um burro
Não me leve a mal
É hora de fazer uma lavagem cerebral
Mas isso é compromisso seu
Eu nem vou me meter
Quem vai lavar a sua mente não sou eu
É você

domingo, 28 de novembro de 2010

Minhas poesias

Algumas poesias foram musicadas por companheiros das noites de São José do Rio Preto e estão garavadas no CD PASSAGEM, produzido por Fernando Marques para o selo Tempo Livre. Foi um trabalho independente e uma experiência maravilhosa. Para pagar os custos do CD, eu andava de bar em bar e de mesa em mesa vendendo o disco. Ainda deve ter alguns por aí, talvez na produtora Tempo Livre.

PASSAGEM
(Musicada por Fernando Marques)

Velho tronco no cais,
vincado de visgo e vento,
face de rugas,
és parada temporária
de barcos novos,
apressados.

Velho tronco no cais,
sumário de sombras e sonhos,
alma de pregas,
és Meca imaginária
de desejos loucos,
desgarrados.

Agarra-te a ti mesmo,
velho tronco.
Tantas cordas te abraçaram
e se foram.
Tantas ondas te beijaram
e se foram.
Ficaste só,
velho tronco no cais.

ÁGUIA
(Musicada por Rick Saulo)

Os urubus voam sobre o Haiti,
cercam Havana, que míngua, que míngua.
Os urubus alimentam-se de lágrimas,
comem a podridão que provocam.
Os urubus destroem Angola,
vomitam fezes em Moçambique

Oxalá que toda miséria,
toda guerra sobre a Terra,
tenham fim.

Os urubus varrem sonhos de Granada,
entopem de carniça a Nicarágua.
Os urubus fabricam dores em Ruanda,
estão à espreita, na ex Iugoslávia,
derrubam ácido na Guatemala
e fazem abortar utopias no Brasil.

Oxalá que toda miséria,
toda guerra sobre a Terra,
tenham fim.


CLASSIFICADOS
(Musicada por Rick Saulo)

PROCURA-SE
Mulher de sensibilidade densa,
como aquela que tive
e perdi.

PROCURA-SE
Mulher de intensidade mansa,
como aquela que vive
e se perdeu.

MULHER
De docilidade intensa,
de suavidade densa,
de intensidade mansa.

MULHER
De sensibilidade intensa,
de felicidade imensa,
como a mulher que perdi.

PROCURA-SE
Mulher de suavidade intensa,
como a que comigo esteve
e se perdeu.

PROCURA-SE
Mulher de docilidade tensa,
como quem foi livre
e se perdeu.

MULHER
de docilidade intensa,
de suavidade densa,
de intensidade mansa.


MULHER
de sensibilidade tensa,
de felicidade imensa
como a mulher que perdi.


PASSARINHA DE VOAR
(Musicada por Osni Ribeiro)

Era um Sol de primavera,
sem pudor, sempre a brilhar.
No jardim, a minha espera,
passarinha de se amar.
Era tempo de encanto e paz,
Natureza por altar,
era um tempo de paixão voraz
de receber e de dar.

Em pureza ela vivia,
outras flores foi buscar.
Dedicado, eu lhe servia
e era forte para amar.
Em sua mente, há um sonho
que ninguém pode apagar.
Infeliz, eu lhe proponho:
- seja livre prá voar.

No quintal , não mais pousou
passarinha ao luar,
mas, no peito, me deixou
esperança de voltar.

FORA!
Musicada por Fernando Marques)

Fora da minha vida,
Não quero você comigo!
Você pegou a chave e entrou,
Deitou em minha cama,
Invadiu a minha alma,
Anulou a minha calma
E ficou.

Sem pedir licença,
Instalou-se em meu quarto,
Cobriu-se com meu lençol
E ficou.
Recostou-se em meu travesseiro
Penetrou em meu interior
E me tomou,
E me torceu,
E me bateu,
Me inverteu
E me sufocou.

Agora basta,
Vá embora de uma vez,
Saudade.
Devolva a chave
E traga de volta o meu amor.

Fora de minha vida,
Saudade.
Não quero você comigo,
Saudade.

DA CABEÇA AOS PÉS
(Musicada por Rick Saulo)

De cabeça erguida,
ando, falo, grito, ouço, amo.
De peito aberto,
corro, calo, berro, bebo, como.
De mãos abertas,
toco, acaricio, escrevo, bato, tomo.
A minha boca pública
publica,
fala,
ensina,
erra
e canta.

Procuro, então, minha sombra,
da cabeça aos pés.
Procuro, então, minha sombra,
da cabeça aos pés.

Minha função teatral
erra, acerta, dirige, é dirigida.
Na cabeça guardo coisas,
nomes, sobrenomes, pensamentos.
O meu corpo, em pé,
fala, corre, cora, anda e sua.
Meu corpo deitado
ama, dorme, ama, acorda e ama.


Procuro, então, minha sombra,
da cabeça aos pés.
Procuro, então, minha sombra,
da cabeça aos pés.


A IMPORTÂNCIA DA FLORA
(Musicada por Fernando Marques)

Tá bom!
Eu sou um poeta ou um arremedo.
Mas saiba que você é poesia em movimento,
difícil de se fotografar.
Ah, como eu queria te falar.

Ah, como eu queria ser poeta,
olhos de eternidade
só pra te fixar
com o instante da palavra.
Mas misturo tu com você,
eterno e instante.

Não, não sou poeta.
Só exponho
palavras que me levam a você,
como quem engole vitamina C.
Evito
os gritos, os brutos e as gripes,
Admito
os choros, as dores da ausência,
buscando, Anna Flora,
toda loucura lúcida de viver.

JARDIM POETA
(Musicada por Fernando Marques)

Nosso jardim é sábio,
hoje é sexta-feira.
E, sabendo que você está chegando,
deu-nos a primeira flor.

São quinze horas,
você está embarcando no ônibus.
Enquanto procuro palavras,
o jardim nos deu uma flor.

Por isso, paro agora de escrever,
prefiro calar-me diante do jardim.
Ele é mais poeta do que eu,
pois eu não dei a rima e ele deu a flor.

CERVEJA EM LATA
(Musicada por Altino Bessa M. Filho)

Bebo num bar
a saudade de ontem,
a coragem do hoje
a vontade do amanhã.

Berro num beco
os nomes de ontem,
as vantagens do hoje,
os delírios do amanhã,

Bebo num berro
o extravio do ontem,
a saudade do hoje,
os planos do amanhã.

Bebo num beco
o choro do ontem,
a alma do hoje,
os beijos do amanhã.






sábado, 27 de novembro de 2010

Música "Pesadelo"

Em uma de minhas aulas, apresentei a música Pesadelo, de Paulo César Pinheiro. Uma aluna de Campinas, Priscila, recomendou-me o vídeo abaixo e eu tenho certeza de que muitos gostarão:
http://www.youtube.com/watch?v=D7guvjgrZRI&NR=1

Obrigado, Priscila. A vida é um inesgotável aprender.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A Maldição de Malinche (tradução)

A MALDIÇÃO DE MALINCHE
(Gabino Palomares)

Do mar eles viram chegar meus irmãos emplumados,
Eram os homens barbados da profecia esperada.
Ouviu-se a voz do monarca de que o Deus havia chegado
E lhes abrimos as portas por temer o ignorado.

Vieram montados em bestas como Demônios do mal,
Vieram com fogo nas mãos e cobertos de metal.
Só o valor de uns poucos lhes opôs resistência,.
E ao ver correr o sangue cobriram-se de vergonha.

Porque os deuses não comem nem gozam com o que é roubado
E quando nos demos conta, já tudo estava acabado.
E nesse erro entregamos a grandeza do passado,
E nesse erro ficamos trezentos anos escravos.

Restou-nos o malefício de brindar o estrangeiro
Nossa fé, nossa cultura, nosso pão, nosso dinheiro.
E continuamos trocando ouro por contas de vidro
E damos nossa riqueza por seus espelhos com brilho

Hoje, em pleno século XX nos procuram, chegando enrubescidos
E lhes abrimos a casa e os chamamos amigos.
Mas, se chega, cansado um índio de andar pela serra,
O humilhamos e o vemos como um estranho em sua terra.

Tu, hipócrita, que te mostras humilde diante do estrangeiro
Mas te voltas orgulhoso contra teus irmãos do povo
Oh, maldição de Malinche. enfermidade do presente,
Quando deixarás minha terra, quando libertarás minha gente?


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A MALDIÇÃO DE MALINCHE

Maldición de Malinche
(G. Palomares)

Del mar los vieron llegar mis hermanos emplumados
Eran los hombres barbados de la profecía esperada
Se oyó la voz del monarca de que el dios había llegado.
Y les abrimos la puerta por temor a lo ignorado.

Iban montados en bestias como demonios del mal
Iban con fuego en las manos y cubiertos de metal.
Sólo el valor de unos cuantos les opuso resistencia
Y al mirar correr la sangre se llenaron de verguenza.

Porque los dioses ni comen ni gozan con lo robado
Y cuando nos dimos cuenta ya todo estaba acabado.
Y en ese error entregamos la grandeza del pasado
Y en ese error nos quedamos trescientos años esclavos.

Se nos quedó el maleficio de brindar al extranjero
Nuestra fe, nuestra cultura, nuestro pan, nuestro dinero.
Y les seguimos cambiando oro por cuentas de vidrio
Y damos nuestras riquezas por sus espejos con brillo.

Hoy, en pleno siglo veinte nos siguen llegando rubios
Y les abrimos la casa y les llamamos amigos.
Pero si llega cansado un indio de andar la sierra
Lo humillamos y lo vemos como extraño por su tierra.

Tu, hipócrita que te muestras humilde ante el extranjero
Pero te vuelves soberbio con tus hermanos del pueblo.
Oh, maldición de Malinche, enfermedad del presente
Cuándo dejarás mi tierra.. cuándo harás libre a mi gente.


Em minha aula de Revolução Mexicana, coloquei essa música, cantada por Amparo Ochoa. Resolvi deixá-la em castelhano, para não perder a originalidade.

domingo, 21 de novembro de 2010

Publicado o livro de minha filha

SOCIABILIDADE, COMUNICAÇÃO E POLÍTICA, de Cíntia Sanmartin Fernandes. Doutora em Sociologia Política dela Universidade Federal de Santa Catarina. Doutorado Sanduíche junto a Universidade René Descartes - Paris V/ Sorbone. Doutoranda em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Transcrevo parte do comentário publicado na quarta capa: "Este livro é recomendado aos leitores que desconfiam das interpretações que geram percepções monolíticas da realidade social brasileira. Esta publicação é dirigida aos interessados em se aprofundar na complexa donâmica e trama da vida social, mesmo que para isso seja necessário colocar em xeque conceitos profundamente estabelecidos". (Micael Herschmann)
Se você se interessou, entre no site da E-papers Serviços Editoriais: http://www.e-papers.com.br/

FILMES E SEUS DIRETORES

Muitos filmes nos ajudam a crescer, como estudantes, como professores, como cidadãos. Também enriquecem nosso espírito crítico. Nos dão argumentos para o diálogo. Sempre que faço um trabalho em aula usando um filme, alguns alunos pedem mais indicações. Caso você se interesse por um dos títulos indicados, faça o seguinte:
1. Procure ler a sinopse do filme
2. Procure ler, em seu material (livros, apostilas), o assunto do filme
3. Durante o filme, faça anotações em um caderno
4. Após o filme, volte aos livros, para separar o que é, de fato, histórico e o que é criação e arte. Lembre-se que o cinema não tem necessária obrigação de relatar apenas a História. Tem a liberdade de, em cima da História, dar vôos altos da criação, da ficção.
Aqui vai uma pequena lista:


A Caminho de Kandahar, de Mohsen Makhmalbaf (GUERRAS CONTEMPORÂNEAS)
Queimada, de Gillo Pontecorvo (INDEPENDÊNCIA DE COLÔNIA DE EXPLORAÇÃO)
Como Era Gostoso Meu Francês, de Nelson Pereira dos Santos (BRASIL COLONIAL -CULTURA INDÍGENA TUPINAMBÁ)
O Guerreiro do Sol, de Federico Garcia (HISTÓRIA DE TUPAC AMARU)
Gaijin, de Tizuka Yamasaki (IMIGRAÇÃO JAPONESA PARA BRASIL)
Tempos Modernos, de Chaplin (REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E CRISE CAPITALISTA)
O Grande Ditador, de Chaplin (NAZISMO E FASCISMO)
Sacco e Vanzetti, de Giuliano Montaldo (ANARQUISMO E OS DIREITOS NOS EUA)
Hamlet, de Laurence Olivier (SHAKESPEARE)
Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa (HISTÓRIA DO JAPÃO)
Agonia e Êxtase, de Carol Reed (RENASCIMENTO CULTURAL: MICHELÂNGELO)
55 Dias de Pequim, de Nicolas Ray (IMPERIALISMO EUROPEU NA ÁSIA: REAÇÃO DOS CHINESES)
Galileu Galilei, de Joseph Losey (RENASCIMENTO CULTURAL E INQUISIÇÃO)
Encouraçado Potenkin, de Eiseinstein (REVOLUÇÃO RUSSA)
El Cid, de Anthony Mann (ESPANHA: GUERRA DE RECONQUISTA E CENTRALIZAÇÃO DO PODER)
Outubro, de Eiseinstein (REVOLUÇÃO RUSSA)
O Nome da Rosa, de Jean-Jacques Annaud (A IGREJA MEDIEVAL E A INQUISIÇÃO)
Doutor Jivago, de David Lean (REVOLUÇÃO RUSSA)
O Senhor da Guerra, de Franklin Schaffner (COMÉRCIO E CONTRABANDO DE ARMAS)
Reds, de Warren Beatty (REVOLUÇÃO RUSSA)
A Festa de Babette, de Gabriel Axel (RELIGIOSIDADE E O PECADO DA GULA NO FINAL DO SÉCULO XIX)
As Vinhas da Ira, de John Ford (CRISE DE 1929 E CONSEQUÊNCIAS NOS EUA)
E o Vento Levou, de Victor Fleming (GUERRA CIVIL NOS EUA)
Aleluia Gretchen, de Sílvio Back (NAZISMO NO SUL DO BRASIL)
Em Nome de Deus, de Clive Donner (HISTÓRIA DE PEDRO ABELARDO E HELOISA)
O Ovo da Serpente, de Ingmar Bergman (NAZISMO)
Azur e Asmar, de Michel Ocelot (PRECONCEITO E ACEITAÇÃO DO DIFERENTE)
Casablanca, de Michael Kurtiz (SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E NAZISMO NA ÁFRICA)
O Labirinto do Fauno, de Guillermo Del Toro (NAZI-FASCISMO)
O Dia Seguinte, de Nicholas Meyer (GUERRA ATÔMICA E CONSEQUÊNCIAS)
Adeus, Lênin, de Wolfgang Becker (GUERRA FRIA E NOVA ORDEM MUNDIAL)
A Guerra do Fogo, de Jean-Jacques Annaud (COMUNISMO PRIMITIVO - PRÉ HISTÓRIA)
Viva Zapata!, de Elia Karan (REVOLUÇÃO MEXICANA)
Estado de Sítio, de Costa Gavras (DITADURA NA AMÉRICA LATINA)
Chove Sobre Santiago, de Helvio Soto (GOLPE MILITAR CONTRA ALLENDE, NO CHILE)
Pra Frente, Brasil, de Roberto Farias (DITADURA MILITAR E TORTURA NO BRASIL)
A História Oficial, de Luis Puenzo (DITADURA NA ARGENTINA)
Corações e Mentes, de Peter Davis (GUERRA DO VIETNÃ)
Gandhi, de Richard Attenborough (DESCOLONIZAÇÃO DA ÍNDIA)
Passagem Para a Índia, de David Lean (PRESENÇA INGLESA NA ÍNDIA)
O Último Imperador, de Bernardo Bertolucci ( DO FIM DO IMPÉRIO NA CHINA ATÉ INVASÃO JAPONESA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL)
A Insustentável Leveza do Ser, de Phillip Kaufman (PRIMAVERA DE PRAGA - 1968)
“Z”, de Costa Gavras (DITADURA MILITAR NA GRÉCIA - GUERRA FRIA)
A Classe Operária Vai ao Paraíso, de Elio Petri (CONSCIÊNCIA DE CLASSE E LUTA OPERÁRIA)
Culpado Por Suspeita, de Irwin Winkler (MACARTISMO NOS EUA - GUERRA FRIA)
Mephisto, de Istvan Szabo (FASCISMO)
Por Quem os Sinos Dobram, Sam Wood (GUERRA CIVIL ESPANHOLA)
Capitães de Abril, de Maria Medeiros (REVOLUÇÃO DOS CRAVOS EM PORTUGAL)
Terra e Liberdade, de Ken Loach (GUERRA CIVIL ESPANHOLA)
Em Busca do Ouro, de Chaplin (GRANDE DEPRESSÃO NOS EUA)
O Tesouro de Sierra Madre, de John Huston (AVENTURA, CAMARADAGEM E DESTINO)
Pequeno Grande Homem, de Arthur Penn (MARCHA PARA OESTE, NOS EUA - CULTURA DOS ÍNDIOS CHEYENES)
Dança com Lobos, de Kevin Costner (GUERRA CIVIL NOS EUA - BRANCOS X ÍNDIOS)
Guerra e Paz, de King Vidor (INVASÃO NAPOLEÔNICA NA RÚSSIA)
Danton, o Processo da Revolução, de Andrzej Wajda (REVOLUÇÃO FRANCESA)
Amadeus, de Milos Forman (VIDA E OBRA DE MOZART)
Oliver Twist, de David Lean (REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL)
Cromwell, o Chanceler de Ferro, de Ken Hughes (REVOLUÇÃO PURITANA - INGLATERRA)
Ana dos Mil Dias, de Charles Jarrott (HENRIQUE VIII E A REFORMA ANGLICANA)
Giordano Bruno, de Giuliano Montaldo (RENASCIMENTO CULTURAL E INQUISIÇÃO)
A Missão, de Roland Joffé (ÍNDIOS, JESUÍTAS E COLONIZAÇÃO MERCANTILISTA)
Ligações Perigosas, de Stephen Fears (FRANÇA E SUA NOBREZA ANTES DE 1789)
Mon Uncle (Meu Tio), de Jacques Tati (CRÍTICA AO MUNDO MODERNO, CAPITALISTA)
Germinal, de Claude Berri (LUTA OPERÁRIA NA FRANÇA)
O Jardineiro Fiel, de Fernando Meirelles (PAPEL DAS MULTINACIONAIS DE REMÉDIOS)
Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore (O AMOR AO CINEMA)
1492, A Conquista do Paraíso, de Ridey Scott (GRANDES NAVEGAÇÕES)
A Guerra dos Pelados, de Sylvio Back (GUERRA DO CONTESTADO)
Diários de Motocicleta, de Walter Salles (CHE GUEVARA ANTES DE CUBA)
O Carteiro e o Poeta, de Michael Radford (PABLO NERUDA E A LUTA OPERÁRIA)
Zuzu Angel, de Sérgio Rezende (DITADURA MILITAR NO BRASIL)
Lutero, de Eric Till (REFORMA LUTERANA)
Parahyba, Mulher Macho, de Tizuka Yamasaki (REVOLUÇÃO DE 1930 NO BRASIL)
Corações e Mentes, de Peter Davis (GUERRA DO VIETNÃ)
A Lista de Schindler, de Spielberg (NAZISMO E JUDEUS)
Morrer em Madri, de Frédéric Rossif (DOCUMENTÁRIO SOBRE A GUERRA CIVIL ESPANHOLA)
Os Deuses Devem Estar Loucos, de Jamie Uys (COMUNISMO PRIMITIVO X COCA COLA. NO KALAHARI, OS BOSQUÍMANOS TENTAM DEVOLVER UM PRESENTE AOS DEUSES)
Villa Lobos, Uma Vida de Paixão, de Zelito Viana (MODERNISMO NO BRASIL)
Eternamente Pagu, de Norma Benguell (MODERNISMO, COMUNISMO E INTENTONA COMUNISTA)
Cidadão Kane, de Orson Welles (PODER DA MÍDIA NOS EUA)
O Vento Será Sua Herança, de Stanley Kramer (DARWIN X CRIACIONISMO NOS EUA)
Shakespeare Apaixonado, de John Madden (RENASCIMENTO CULTURAL INGLÊS)
Minha Amada Imortal, de Bernard Rose (HISTÓRIA DE BEETHOVEN)
A Rainha Margot, de Patrice Chéreau (FRANÇA VALOIS: GUERRAS DE RELIGIÃO)
Indochina, de Régis Wargnier (IMPERIALISMO FRANCÊS NO VIETNÃ E A GUERRA)
Rosa Luxemburgo, de Margarethe von Trotta (HISTÓRIA DA INTELECTUAL E ATIVISTA)



Em Barão Geraldo existe uma locadora fantástica que possui a grande maioria dos filmes aqui listados: PhD Vídeo - Avenida Professor Atílio Martini, 222, Cidade Universitária- Campinas, Fone - 32890098